Determinada a levar o mesmo estilo de vida do assassino que a libertou do cativeiro, Sarai resolve sair sozinha em missão, com o propósito de matar o sádico e corrupto empresário Arthur Hamburg. No entanto, sem habilidades nem treinamento, os acontecimentos passam muito longe de sair como o planejado.Em perigo, Sarai nem acredita quando Victor Faust aparece para salvá-la — de novo. Apesar de irritado pelas atitudes inconsequentes dela, ele logo percebe que a garota não vai desistir de seus objetivos. Então não há outra opção para ele a não ser treiná-la. Com tamanha proximidade, para eles é impossível resistir à atração explosiva. Nem Victor nem Sarai podem disfarçar o que sentem, ou negar o desejo que os une. No entanto, depois de tantos anos de sofrimento e tantas cicatrizes emocionais, será que eles conseguirão lidar com um sentimento como amor? Só que Sarai — novamente na pele de Izabel Seyfried — ainda terá que passar por um último teste; um teste para provar se conseguirá viver ao lado de Victor, mas que, ao mesmo tempo, poderá fazê-la questionar os próprios sentimentos e tudo que sabe sobre esse homem.
ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS DO LIVRO “A MORTE DE SARAI”, CUJA RESENHA SE ENCONTRA AQUI.
Após
Victor à deixar no hospital, Sarai tenta viver uma vida normal com sua nova
“mãe” Dina, sua melhor amiga Dahlia e seu namorado Eric, só que depois tudo que
ela passou uma vida “normal” não é o suficiente. Após sair, sozinha, em uma
missão que não flui como o planejado, Sarai e Victor Faust se reencontram,
ressentimentos, amor e vingança são os sentimentos que predominam nesse
encontro. Só que ambos são quebrados para o amor e mesmo com toda a inegável
atração Sarai ainda tem que passar por mais alguns testes, que determinarão seu
futuro com Victor, mas que ao mesmo tempo pode destruí-lo. Neste segundo volume
da série “Na companhia de Assassinos” conhecemos um pouco mais de Sarai e
Victor. Sarai ou Izabel continua sendo a mesma garota atormentada pelas sombras
de seu passado mas agora ela adquiriu uma personalidade bem mais forte, determinada
e focada em seus objetivos do que no livro anterior e Victor continua sendo o
mesmo cara focado no trabalho e com dificuldades para expressar sentimentos, só
que agora ele não está mais disposto a abrir mão de seu sentimento por Sarai.
“Até hoje, falar o nome dele me acalma. Às vezes, quando estou acordada na cama à noite, murmuro seu nome só para ouvi-lo, porque preciso. Preciso dele. Não consigo tirá-lo da cabeça. Já tentei. Porra, e como tentei. Mas, não importa o que eu faça, continuo vivendo cada dia da minha vida pensando nele. Se está me vigiando. Se pensa em mim tanto quanto penso nele. Se ainda está vivo.”
O
livro é narrado em 1ª pessoa alternando entre o ponto de vista de Sarai e de
Victor. Como sempre a escrita de Redmerski é impecável, clara e objetiva, nos
passando claramente cada emoção sentida pelos personagens, ciúmes, raiva, ódio,
amor, dor, esperança, satisfação, desespero. Os personagens secundários possuem
papéis importantes na trama, confesso que me apaixonei por Fredrik mas do que
por Victor, principalmente no final do livro.




Escorpiana, 24 anos, 













